Forma ideal para secar as mãos para minimizar riscos de saúde
Sabia que o uso de toalhas de papel leva a uma redução importante de bactérias nas mãos? Foi esta a conclusão a que chegou um estudo de um grupo de investigadores da Universidade de Westminster, que contou com o apoio da Tork.
Durante a investigação foi possível comprovar que depois de secar as mãos com um secador de ar quente, o número total de bactérias encontradas aumentava cerca de 194% na cabeça dos dedos e cerca de 254% na palma das mãos.
Nos últimos tempos, muito se tem falado na forma ideal de lavar as mãos, mas não se refere a forma como a secagem deve ser feita.
Assim, apresentamos uma abordagem diferente sobre a higiene das mãos e que pode ser um tema interessante para um artigo. Temos um responsável da Tork disponível para falar sobre este tema.
Aliás, este estudo afirma ainda que os secadores de ar quente, que se encontram em inúmeras casas de banho públicas, podem aumentar significativamente o número de bactérias nas mãos após a lavagem e contaminam as casas de banho onde estão inseridas.
A Tork, marca líder a nível mundial em produtos de celulose e serviços de valor adicional para locais de trabalho, acaba de anunciar o seu apoio a um estudo realizado por um grupo de investigadores da Universidade de Westminster que revela que a utilização de toalhas de papel para secar as mãos reduz o número total de bactérias, apresentando-se como a solução ideal para uma higiene segura.
O estudo que pretendia comparar o número de bactérias nas mãos antes e depois de serem lavadas e secadas em casas de banho públicas, analisou o efeito das toalhas de papel, secador de ar quente comum e o recente secador de jacto de ar quente.
Durante a investigação foi possível comprovar que depois de secar as mãos com um secador de ar quente, o número total de bactérias encontradas aumentava cerca de 194% na cabeça dos dedos e cerca de 254% na palma das mãos.
Já o secar as mãos com o novo jacto de ar quente provoca um aumento médio de bactérias, de aproximadamente 42% na cabeça dos dedos e 15% na palma das mãos.
Os resultados mais promissores foram obtidos depois de lavar e secar as mãos com uma toalha de papel, através do qual o número total de bactérias diminuiu, em média, cerca de 76% na cabeça dos dedos e 77% na palma das mãos.
Outro dos critérios do estudo assente na confirmação de uma possível contaminação cruzada com outros utilizadores da casa de banho e meio envolvente, de acordo com cada tipo de secagem, revela que o secador de jacto de ar, que espalha o ar a uma velocidade de 643 km/h, é capaz de expulsar microrganismos das mãos e contaminar os outros utilizadores e a casa de banho em geral, até uma distância de dois metros.
Com a utilização do secador de ar quente comum, os microrganismos podem alcançar até 0,25 metros de distância. Com as toalhas de papel, não apresentam dados significativos.
Keith Redway, Académico Sénior do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidade de Westminster, afirmou: “Os resultados deste estudo sugerem que se deve repensar a utilização de secadores de ar quente em locais onde a higiene é prioritária, tais como hospitais, clínicas, escolas, lares de terceira idade, cozinhas e outras áreas de preparação de alimentos. “Além disso, a utilização de toalhas de papel é muito vantajosa no que diz respeito a melhorar a higiene de outros locais abertos ao público, como, por exemplo, fábricas, escritórios, bares e restaurantes.”
“O uso de toalhas de papel leva a uma redução importante de bactérias nas mãos, uma vantagem clara quando comparado com o aumento observado nos dois tipos de secagem com ar quente, comprovado pelo estudo. Além do mais, as toalhas de papel estão longe de contaminar os outros utilizadores e o meio envolvente”, acrescenta ainda.



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